Psicoterapia de orientação psicanalítica

Jonathan
Brandão

Psicólogo | CRP 06/179026

Atendimento online para adolescentes, adultos e idosos.

Retrato de Jonathan Brandão
Escuta.
Processo.
Singularidade.

Sobre mim

Meu encontro com a Psicanálise aconteceu, de certa forma, antes mesmo de eu saber o que era a Psicologia.

Desde muito jovem, interessava-me aquilo que não aparecia de imediato: os motivos por trás de um sentimento, as contradições entre aquilo que dizemos e fazemos, e as diferentes formas pelas quais cada pessoa atravessa suas experiências. A primeira explicação raramente parecia suficiente.

Na Psicologia encontrei um chão para essas inquietações. Mais tarde, na Psicanálise, encontrei uma direção para um caminho que, de alguma maneira, eu já conhecia, mas ainda não sabia nomear.

Sou psicólogo formado pela Fundação Hermínio Ometto (FHO) e, desde a graduação, meu percurso tem transitado entre a clínica, a saúde mental e a Psicologia Social. Ao longo desses anos, trabalhei em serviços de saúde mental e acolhimento institucional, com crianças, adolescentes e adultos, experiências que ampliaram minha compreensão sobre as diferentes formas de sofrimento e sobre a singularidade de cada história.

Minha formação continua em movimento. Realizei aprimoramento em Fundamentos da Psicanálise e sua Prática Clínica pelo Instituto Sedes Sapientiae, sou especialista em Saúde Mental pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e atualmente realizo formação em Psicanálise pelo Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP). Também atuo como psicólogo colaborador no Laboratório de Saúde Mental e Psicologia Clínica Social, APOIAR, do Instituto de Psicologia da USP.

Continuar estudando faz parte da maneira como compreendo meu trabalho. Não porque acredito que chegará um momento em que haverá respostas para tudo, talvez justamente o contrário. Quanto mais caminho pela Psicologia e pela Psicanálise, mais reconheço a importância de poder permanecer diante daquilo que ainda não sabemos. Sustentar uma posição de não saber não significa prescindir do conhecimento; exige estudo, formação e disposição para reconhecer os limites do próprio saber.

Fora dos livros técnicos, a literatura também me acompanha. Autores como Edgar Allan Poe, Dostoiévski e Clarice Lispector fizeram, e continuam fazendo, parte da minha relação com a leitura e do meu interesse pelas diferentes maneiras de narrar e compreender a experiência humana.

Planta ao lado de uma caneca e livros em ambiente de luz quente

Minha forma de trabalhar

Nem sempre é preciso encontrar uma resposta. Às vezes, é preciso encontrar um lugar onde a pergunta possa existir.

Não parto da ideia de que, por ser psicólogo, conheço você melhor do que você mesmo ou sei qual direção sua vida deveria tomar. Meu trabalho não é oferecer respostas prontas, mas construir com você um espaço em que seja possível falar, perguntar, duvidar e, aos poucos, compreender aquilo que aparece em sua história.

Há momentos em que conseguimos nomear com clareza o que nos faz sofrer. Em outros, existe apenas uma angústia, um incômodo, algo que se repete ou a sensação de que alguma coisa não vai bem. Não é necessário chegar à sessão sabendo explicar o que está acontecendo. Podemos começar justamente pelo que ainda não sabemos.

Minha prática é orientada pela Psicanálise. Isso significa que me interessa não apenas aquilo que aparece de imediato, mas também as repetições, contradições, silêncios e sentidos que podem surgir à medida que falamos. Durante as sessões, posso fazer perguntas, apontamentos e intervenções, mas não existe um roteiro que determine previamente onde precisamos chegar.

Também não acredito que todo sofrimento precise ser imediatamente silenciado. Às vezes, na tentativa de ajudar, respondemos à dor com “vai passar”, “vai ficar tudo bem” ou “você tem tantas coisas boas”. Embora possam ser palavras bem-intencionadas, há momentos em que aquilo que precisamos é conseguir falar sobre o que dói sem precisar torná-lo menor para que o outro consiga ouvir.

Na clínica, procuro oferecer lugar também para essas coisas. Isso não significa cultivar o sofrimento ou permanecer nele indefinidamente. Significa poder escutá-lo, colocá-lo em palavras e trabalhar com aquilo que ele revela, buscando construir outras possibilidades de relação com o que se vive.

E uma análise não é feita apenas de sofrimento. Há espaço para o cotidiano, para aquilo que parece banal, para o silêncio e também para o humor. Algumas sessões serão difíceis; outras, leves. Em algumas, muita coisa será dita. Em outras, talvez seja difícil encontrar qualquer palavra. Tudo isso pode fazer parte do processo.

Há coisas que são difíceis de dizer não apenas porque doem, mas porque tememos que o outro não suporte escutá-las.

Meu percurso

Minha trajetória profissional tem sido construída entre a clínica, a saúde mental, a Psicologia Social e a Psicanálise. Ao longo desse caminho, passei por diferentes serviços, instituições e projetos que contribuíram, e continuam contribuindo, para a maneira como compreendo meu trabalho.

Formação em Psicologia

Fundação Hermínio Ometto (FHO)

Foi durante a graduação que comecei meu percurso na Psicologia e tive contato com diferentes campos de atuação, entre eles saúde, assistência social e Psicologia Social. Concluí minha formação em 2021.

Desde 2021

Atendimento clínico particular

Desde que me formei, atuo na clínica com atendimentos em psicoterapia particular, acompanhando adolescentes, adultos e idosos.

Desde 2022

Acolhimento institucional

Uma parte importante da minha trajetória foi construída em serviços de acolhimento institucional.

Iniciei esse percurso nas Aldeias Infantis SOS Brasil, trabalhando com crianças e adolescentes e acompanhando histórias atravessadas por situações de abandono, negligência e violência. Minha atuação envolvia escuta individual, acompanhamento psicossocial, grupos, construção de projetos de vida e articulação com a rede de proteção.

Posteriormente, passei a atuar na Residência Inclusiva, serviço de acolhimento destinado a adultos com deficiência. Nesse contexto, o trabalho envolve acompanhamento psicossocial, desenvolvimento de autonomia, fortalecimento de vínculos familiares, trabalho com equipes e articulação com as redes de saúde e assistência social.

Saúde Mental

Centro de Atenção Psicossocial, CAPS II

Atuei como psicólogo em um CAPS II, experiência diretamente ligada ao cuidado em saúde mental. O trabalho envolvia acolhimento, psicoterapia, atendimento a situações de crise, construção de planos individuais de cuidado, grupos, oficinas e discussão de casos em equipe multiprofissional.

Projetos e participação social

EuPsico, APOIAR e Conselho Municipal

Entre 2022 e 2024, participei como voluntário do EuPsico, uma organização não governamental voltada a ações e projetos na área da Psicologia.

Atualmente, atuo como psicólogo voluntário no APOIAR, Laboratório de Saúde Mental e Psicologia Clínica Social, vinculado ao Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (IPUSP), realizando atendimentos em psicoterapia breve.

Desde 2026, integro o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Limeira, experiência que amplia minha participação nas discussões sobre direitos, políticas públicas e inclusão das pessoas com deficiência.

Como funcionam os atendimentos

Para quem

Realizo psicoterapia individual com adolescentes, adultos e idosos.

Modalidade

Os atendimentos acontecem predominantemente online.

Atendimentos presenciais podem ser realizados em Limeira/SP, mediante disponibilidade de agenda.

Frequência e duração

As sessões têm duração de 50 minutos e, geralmente, acontecem uma vez por semana. A frequência pode ser conversada de acordo com as particularidades de cada processo.

Os primeiros encontros

O início costuma acontecer por meio de 1 a 3 entrevistas iniciais.

Esses encontros são uma oportunidade para que eu possa conhecer um pouco da sua história, compreender o que fez você procurar psicoterapia neste momento e avaliar se tenho condições de acompanhar sua demanda.

Mas esse movimento não acontece apenas de um lado. É também um momento para que você possa me conhecer, tirar dúvidas sobre o processo e perceber como se sente com minha forma de trabalhar.

A continuidade do processo é uma construção conjunta.

E se eu não souber por onde começar?

Você não precisa ter uma explicação pronta sobre o que está acontecendo para procurar psicoterapia.

Às vezes, há uma angústia difícil de nomear, algo que parece se repetir, um sofrimento que não se compreende muito bem ou simplesmente a sensação de que alguma coisa não vai bem.

Podemos começar por aí.

Entre em contato

Se você estiver pensando em iniciar um processo de psicoterapia ou quiser esclarecer alguma dúvida sobre os atendimentos, fique à vontade para entrar em contato.